Os discentes e docentes foram acolhidos nesta segunda, 10, na Faculdade Dehoniana com a abertura do ano acadêmico de 2025. O evento contou com uma missa solene presidida pelo Cardeal Dom Paulo Cezar Costa, Arcebispo Metropolitano de Brasília, realizada no Convento Sagrado Coração de Jesus.
Logo após, os presentes foram recebidos no auditório da Faculdade Dehoniana pelo Diretor Geral, Prof. Dr. Pe. Marcelo Batalioto. “Desejo boas-vindas a todos vocês, especialmente aqueles que estão iniciando os cursos de Filosofia e Teologia”, saudou o diretor.
Ele apresentou algumas mudanças feitas na Dehoniana, como o novo Vice-diretor Geral, Pe. Reginaldo Sturion e aproveitou para agradecer aos seis anos de dedicação do Pe. José Ronaldo de Castro Gouvêa, antigo vice-diretor, que foi designado para nova missão.
Também falou sobre a recente nomeação do Prof. MSc. Pe. Marcelo Henrique de Souza que assumiu a coordenação do curso de Filosofia, no lugar do Prof. Dr. Pe. Gilberto Heleno, também designado para uma nova missão.
Pe. Marcelo deu as boas-vindas também aos docentes da casa, aos formadores presentes e ao Pe. João Carlos Almeida, presidente da Associação Dehoniana Brasil Meridional, a mantenedora da Faculdade Dehoniana.
O Superior Provincial da Província Brasil São Paulo (BSP), Pe. Eli Lobato dos Santos, não pode estar presente e mandou uma mensagem para a comunidade acadêmica por meio do Secretário Provincial, Pe. Edson Benedito dos Santos. “Peço aos docentes, por favor, continuem com a sua dedicação e empenho profissional, fazendo o que lhes for possível para despertar nos alunos o interesse e o gosto pelo conhecimento”, disse. Aos discentes, Pe. Eli deixou um conselho, “apreciem, valorizem e aproveitem ao máximo os anos que vocês têm para se dedicar aos estudos filosóficos e teológicos”.

Em seguida, o Cardeal Dom Paulo Cezar Costa ministrou a palestra “Peregrinos da Esperança”, tema do jubileu da Igreja Católica neste ano de 2025.
“A imagem do peregrino revela nossa condição humana, de seres que caminham”, iniciou o Cardeal Dom Paulo. Ele explicou que não somente na religião católica tem-se a experiência da peregrinação. “A experiência da peregrinação faz parte da vida do homem e da mulher de fé”.
“Se o conceito de peregrino revela nossa condição de caminhantes para o infinito, o conceito de esperança mostra que o nosso peregrinar não é vazio, mas cheio de esperança”, explanou.
“A esperança cristã se fundamenta na morte e ressurreição de Cristo”, disse o Cardeal. “Mas não é uma esperança que se baseia e se sustenta somente no futuro. Ela vai sendo alimentada e sustentada no presente, na história, nos seios de nossas comunidades”, concluiu.